The Happy Song

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Canção Criada Que Deixa Bebês Felizes!


A música é uma parte importante das nossas vidas. A pesquisa sobre o seu impacto em adultos é diversificada, já em bebês é mais fragmentada e eclética.

Além do prazer que a música proporciona, ela contribui para o aprendizado. Com 5 meses de vida o bebê é capaz de identificar músicas alegres e tristes e reagir conforme o ritmo das canções. Se o ritmo for acelerado, ele pode até acompanhar batendo palmas!

Apesar disso, os cientistas sabem que os bebês podem ouvir e se lembrar de músicas mesmo quando ainda estão no útero.

O problema é que é difícil saber como as canções os afetam, uma vez que eles não podem simplesmente falar o que estão pensando ou sentindo.

DESCOBERTA

Descobriu-se que os bebês têm preferências claras por consonância sobre dissonância, e podem se lembrar do ritmo e do timbre de músicas que ouviram antes.

Além disso, eles preferem a voz feminina, e gostam ainda mais quando ela assume qualidades “maternais” (o tom de alta energia que todos nós adotamos quando falamos com bebês).

As reações emocionais dos bebes à música são mais misteriosas.

 Que tipo de música os torna calmos, contentes e felizes?

O pessoal da C&G’s Baby Club queria criar “uma canção cientificamente comprovada que deixa bebês felizes” para poder compartilhar com os pais do clube.

Eles convidaram um trio de peritos no assunto para fazer isso acontecer.

Três grandes mentes aceitaram o desafio: o especialista em psicologia de bebês Caspar Addyman, da Instituição Goldsmiths na Universidade de Londres, a psicóloga de música Lauren Stewart, e a música vencedora do Grammy Imogen Heap.

Embora o trio tenha concordado em criar uma música com o objetivo alegrar os bebês, fizeram a ressalva de não usar a palavra “comprovada”, mas sim “testada”, visto que isso é algo difícil de se provar definitivamente.

ORIENTAÇÕES

O primeiro passo foi determinar o que já era conhecido sobre sons e música que podiam deixar bebês felizes.

O trabalho anterior de Addyman envolveu perguntar aos pais sobre rimas e sons que mais apelavam aos bebês. A pesquisa anterior de Lauren foi sobre “canções chiclete” aquelas que não saem da cabeça das pessoas.

Os pesquisadores passaram todas as informações que tinham sobre as preferências dos bebês para Imogen Heap, que além de ser uma excelente compositora, tem uma filha de 18 meses de idade.

Entre as orientações dos cientistas, a canção deveria estar em uma escala musical maior com uma melodia simples e repetitiva, e possuir dispositivos musicais como mudanças de nota e aumento do tom para fornecer oportunidades para antecipação e surpresa.

Como os batimentos cardíacos dos bebês são muito mais rápidos do que o nosso, a música também precisava ter um ritmo rápido. Por fim, deveria ter um vocal feminino energético, idealmente gravado na presença de um bebê.


O EXPERIMENTO

Heap criou quatro melodias para os pesquisadores testarem, duas rápidas e duas lentas, com e sem simples letras cantadas.

Cerca de 26 bebês entre 6 e 12 meses vieram ao laboratório, acompanhados de mães e alguns pais para fornecer sua opinião.

Surpreendentemente, a maioria dos pais e 20 dos 26 bebês compartilharam uma clara preferência por uma melodia particular, mais rápida.

As mães disseram qual canção preferiam, e qual canção achavam que os seus bebês preferiam.

Os pesquisadores também filmaram as respostas dos bebês às melodias, analisando suas reações como rir, sorrir e dançar.


A MÚSICA

Com a melodia vencedora em mãos, Heap a transformou em uma canção engraçada para bebês. O segredo era torná-la boba e social.

Cerca de 2.500 pais do C&G Baby Club votaram em sons tolos que faziam seus bebês felizes – entre eles, “bu!”, espirros, sons de animais e risos.

A música ainda levou em consideração o que os pais iriam gostar, visto que a felicidade é uma emoção compartilhada e o sucesso das canções para crianças provém do fato de que elas são interativas.

Heap cuidadosamente elaborou as letras para contar uma história de como amamos nossos pequenos bebês onde quer que estejamos – do céu ao oceano, em uma bicicleta ou em um foguete.

De volta ao laboratório, mamães e bebês ouviram dois esboços ligeiramente diferentes da música completa.

Desta vez, a melodia um pouco mais lenta pareceu funcionar melhor (163 versus 168 beats por minuto), talvez porque deu aos ouvintes um pouco mais de tempo para responder às letras.

Depois de uma última rodada de ajustes, cerca de 20 bebês foram reunidos em uma sala e ouviram a música inteira, juntos.

Este não foi bem um teste científico, mas serviu para demonstrar que a canção funcionava – dois minutos e meio é geralmente muito tempo para prender a atenção de até mesmo um bebê, quem dirá duas dúzias.

Quando “The Happy Song” tocou, no entanto, o trio de pesquisadores foi recebido por um mar de rostos encantados.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O que Janis Joplin nos ensina sobre Controlar o Sucesso?



Falecia em Los Angeles nos EUA aos 27 anos no dia 04 de outubro de 1970 Janis Joplin.

Considerada a "Rainha do Rock and Roll" Janis deixou o mundo órfão de uma voz inigualável e inconfundível!

Sua obra permanecerá para sempre com suas belíssimas canções.

Mas.... o que Janis pode nos ensinar sobre controlar o Sucesso?


Imagine um alpinista, qual é a meta de um alpinista?

Alcançar o topo concorda?

Sua meta é chegar ao topo, mas a real satisfação e felicidade está na escalada, na sua jornada como um todo, ultrapassando e superando todas as etapas pelo caminho.

Até você alcançar o sucesso existe um processo, uma jornada e a felicidade está justamente neste percurso.

Janis Joplin ainda tinha um longo caminho para percorrer rumo ao topo máximo, lançou apenas quatro álbuns, e teve seus curtos momentos de sucesso sim.

O início fama de Janis chegou pra valer em 1968, apenas dois anos antes da sua morte, com seu álbum de maior sucesso "Cheap Thrills".

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Seu grande sucesso foi a canção "Piece Of My Heart", atingindo o 1º lugar nas paradas da revista

Billboard se mantendo na posição durante oito semanas não consecutivas, mas sempre nos primeiros lugares.

Além da participação no lendário Festival de "Woodstock", Janis gravou em 1969 o álbum "I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama", que foi premiado com o Disco de Ouro.

Faleceu em 1970 devido a uma Overdose, e mesmo após sua morte foi lançado o Álbum "Pearl" em 71.

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Muitos ícones do Rock faleceram aos 27 anos de overdose, Brian Jones dos Rolling Stones - Jimi Hendrix - Jim Morrison - Amy Winehouse - Janis Joplin, enfim...

A pergunta que fica é a seguinte: As pessoas controlam o sucesso, ou são controladas por ele?


No caso específico das drogas, acredito que a Janis e tantos outros, nunca souberam lidar com isso, não sabiam lidar consigo mesmas, com seus sentimentos e emoções.

O sucesso pode ser uma droga bem viciante também se você não souber administrar com maturidade e consciência, e cada um tem sua própria definição referente a palavra "Sucesso".

E você...está se preparando para não ser controlado ou controlada pelo sucesso?

Lembre-se que você está em uma jornada.

Encontre felicidade e satisfação nessa jornada, valorize mais o Ser do que o Ter, pois o Ter é consequência do Ser.

Não perca o controle sobre você.

Não perca a batalha como perdeu Janis Joplin, encare todas as etapas, pois a partir do momento que surgirem obstáculos é porque você tirou o foco da sua meta.

Viva Sua Vida com Entusiasmo Sempre e Seja Feliz o Máximo que puder.

Você está no controle de tudo!


sábado, 16 de setembro de 2017

O que vale mais, o Infinito ou os Anos de sua Vida?

Alô Alô Galera...o que passou já era! O que vale é o Agora!

Claro que tendo a consciência e a certeza absoluta que estamos apenas de passagem por aqui, e que somos Espírito habitando um corpo físico, não tenha dúvida que o que vale mais é o Infinito, porém, não sabemos o que existe Além de onde estamos vivendo hoje e agora, quando cumprirmos nossa missão.

Justamente por este motivo, devemos viver ao máximo, plenamente a nossa vida aqui na Terra, até porque a Vida mesmo diante de tantas lutas, sofrimentos, injustiças...a vida é linda e maravilhosa!

E claro...como diz a bela canção do Rappa, para quem tem Fé....a Vida nunca tem Fim!

Vamos viver nossa Missão e nosso Propósito.

Você realmente faz o que você Ama, está vivendo sua Paixão?

Acorda todos os dias com energia e disposição, ou você é daquelas pessoas que quando chega a segunda-feira não vê a hora de chegar a sexta hein?

Tem clareza de onde quer chegar e o que pretende realizar em sua vida?

Como gostaria que as pessoas lembrassem de você quando partir desta breve vida por aqui, já pensou nisso?

Você não consegue escolher como vai morrer ou quando. Mas você consegue decidir como vai Viver Agora!

O Poder de Escolha está em você.

Não deixe para amanhã a decisão que pode ser tomada agora...tenha Fé. A Fé Inabalável, acredite no seu potencial, viva sua paixão hoje, agora.

Seja feliz, viva uma vida de abundância e prosperidade, você merece.

Olhe ao seu redor, e gere valor para as pessoas.




sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Mister Bob Dylan!



Robert Allen Zimmerman, mais conhecido como Bob Dylan, (Duluth, 24 de maio de 1941) é um cantor e compositor norte-americano.

Nascido no estado de Minnesota, neto de imigrantes judeus-russos, aos dez anos de idade Dylan escreveu seus primeiros poemas e, ainda adolescente, aprendeu piano e guitarra sozinho. 

Começou cantando em grupos de rock, imitando Little Richard e Buddy Holly, mas quando foi para a Universidade de Mineapolis em 1959, voltou-se para a folk music, impressionado com a obra musical do lendário cantador folk Woody Guthrie, a quem foi visitar em New York em 1961.


Carreira


Dylan já lançou mais de 45 álbuns desde 1962, quando lançou seu primeiro disco, "Bob Dylan”, dedicado ao folk tradicional.

Seu segundo álbum, “The Freewhellin' Bob Dylan”(1963), contendo apenas canções de sua autoria, consagrou o músico com o hit "Blowin' In The Wind", que se tornou um hino do movimento dos direitos civis.

Além desta, canções como "A hards-rain a gonna-fall", "Masters Of War", entre outras, tornaram-se clássicas como músicas de "protesto", embora Dylan mais tarde recusasse o rótulo de "cantor de protesto".

Estas músicas, que entre outras compostas por ele, abordavam temas sociais e políticos numa linguagem poética, o tornaram um fenômeno entre os jovens artistas folk da época, levando-o ao estrelato folk, principalmente após sua participação no Newport Folk Festival de 1963, onde foi promovido pela "rainha" folk da época, a cantora Joan Baez. 

O sucesso do álbum "The Times They Are-A-Changing" (1964) apenas consolidou esta posição.

Mas logo Dylan mudou de rumos artísticos, afastando-se do movimento folk de protesto e voltando-se para canções mais pessoais ligadas a uma visão muito particular de mundo.

As questões sócio-políticas de seu tempo: racismo, guerra fria, guerra do Vietnã, injustiça social, cederam espaço para as desilusões amorosas, amores perdidos, vagabundos errantes, liberdade pessoal, viagens fantasiosas e surrealistas, embaladas pela influência da poesia beat.

Esta transição se dá entre 1964 e 1966, quando Dylan eletrifica a sua música, e passa a tocar com uma banda de blues-rock como apoio e choca a platéia folk, com sua aproximação ao rock.

Na época, muitos ignoravam que Dylan já havia tocado rock n'roll na adolescência e apreciava artistas country como Johnny Cash, que já trabalhavam com instrumentos elétricos desde os anos 50.

O sucesso dos Beatles e demais roqueiros britânicos na releitura do rock americano também chamaram-lhe a atenção.

Em compensação, foi aclamado pela crítica, ampliou o seu público (mesmo sendo chamado de "traidor" por fãs do Dylan cantador folk), tornando-se cada vez mais influente entre artistas contemporâneos (John Lennon que o diga) e lançando os mais apreciados discos de sua carreira, com uma série de canções clássicas de seu repertório:

"Maggie's Farm", "Subterranean Homesick Blues", "Gates of Eden", "It's Alright Ma (I'm Only Bleeding)", "Mr. Tambourine Man", "Ballad Of A Thin Man", "Like a Roling Stone", "Just Like a Woman", entre outras, lançadas em seus álbuns mais inspirados: "Bringing It All Back Home" e "Highway 61 Revisited" de 1965 e o duplo "Blonde on Blonde", de 1966.


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Transição

Em maio de 1966, após uma tumultuada turnê pela Inglaterra, devido ao formato rock dos shows, Dylan sofreu um grave acidente de moto que o afastou dos palcos e gravações até 1968.

Em seu retorno, surpreendeu o público e a crítica com o álbum "John Wesling Hardin", fortemente influenciado pelo country, tendência que acentuou-se no trabalho seguinte, "Nashville Skyline", que trouxe o clássico "Lay Lady Lay" para as paradas.

Limitando-se a apresentações esporádicas, das quais a mais importante foi sua participação no Festival da Ilha de Wight em agosto de 1969, além de sua participação no Concerto para Bangladesh, organizado por George Harrison em 1971, Dylan só voltaria a realizar turnês em 1974.


Anos 70

O que produziu no início dos anos 70 não foi bem recebido pela crítica, considerado muito abaixo de seus melhores momentos. 

Apenas algumas canções destacam-se: "If Not For You" (1970), "Knockin' on Heaven's Door" (1973), "Forever Young" (1974).

Mas ao voltar as turnês, acompanhado pelo grupo The Band, retorna a evidência e ao sucesso, principalmente pelo elogiado duplo ao vivo "Before the Flood" (1974).

Na retomada da carreira de forma mais ativa, Dylan produziu "Blood On Tracks" (1975) e "Desire" (1976), seus melhores discos nos anos 70, aclamados pela crítica. 

Deste último, a canção "Hurricane", baseado na história de Rubin Carter, um boxeador negro preso injustamente, foi um sucesso espetacular, ao mesmo tempo que a turnê Roling Thunder Revue (75/76) era aclamada por crítica e público.




Conversão

Após seu divórcio em 1977 com Sara Lownes, com quem era casado desde 1965, Dylan viveu uma grande crise pessoal, que refletiu-se em seu trabalho artístico.

Depois de uma turnê mundial em 1978, em parte registrada no duplo ao vivo "At Budokan" (gravado no Japão), ele voltou-se para a música gospel, após converter-se ao cristianismo e filiar-se a uma igreja.

Foi o período mais controverso e polêmico de sua carreira, principalmente por Dylan afastar-se de seu repertório clássico e investir em canções com temática cristã.

Nesta nova fase, surpreendeu seus antigos fãs e se aproximou de músicos do segmento cristão, como Larry Norman, Chuck Girard e Keith Green, em cujo álbum "So You Wanna Go Back to Egypt" chega a gravar uma participação com sua harmônica.

Mais importante do que isso, motivado por sua nova espiritualidade, Dylan gravou três álbuns: "Slow Train Coming" (1979) considerado o mais inspirado dos três, deu a Dylan um Grammy de melhor vocal masculino, pela canção "Gotta Serve Somebody".

O segundo álbum, "Saved" (1980), teve uma recepção menos entusiasmada, embora na opinião de Kurt Loder da Rolling Stone este álbum fosse superior ao primeiro. "Shot of Love" (1981) encerra a fase cristã de Dylan.

A despeito da intolerância das críticas à época do seu lançamento, em 2003, o conteúdo das músicas de "Gotta Serve Somebody" foi depurado, revisitado e redimido por nomes como Shirley Caesar, Helen Baylor, Chicago Mass Choir e outros representantes da música afro-americana, em "The Gospel Songs of Bob Dylan", um CD que se desdobrou em indicação para o Grammy e em documentário (2006) sobre esta fase.

O jornal International Herald Tribune declarava que a interpretação afro-americana levava a música de Dylan a um outro patamar.





Anos 80

Com "Infidels" de 1983, Dylan afasta-se da fé cristã, voltando-se inesperadamente para as suas raízes judaicas e parece reencontrar certo equilíbrio artístico.

Bem recebido pela crítica, foi considerado seu melhor álbum desde Desire. 

As apresentações ao vivo, em que voltou a interpretar suas canções clássicas, marcaram uma reconciliação com seu público.

Em 1985 participou do especial We are the world com outros 40 grandes nomes da música estadunidense -entre eles Michael Jackson, Tina Turner, Ray Charles, Stevie Wonder - pela campanha contra a fome na África.


Dylan continuou a gravar regularmente, buscando uma sonoridade "made anos 80" ao mesmo tempo em que tentou preservar seu estilo.

"Down In The Grovy", álbum de 1988, passou despercebido, contém várias covers, mas equivale a uma declaração de princípios, com canções de folk-rock, gospel, rock, que demarcam os gostos artísticos preferenciais do artista.

Depois de uma turnê com a lendária banda californiana Grateful Dead, ele lançou o álbum "Oh Mercy" (1989), elogiado pela qualidade inesperada das canções e voltou às paradas com o super-grupo Traveling Wilburys, formado com os amigos George Harrison, Tom Petty, além de Jeff Lynne e Roy Orbison.


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Anos 90

No início dos anos 90, Bob Dylan pareceu dar uma "parada" na carreira. Para comemorar e fazer um balanço de seus 30 anos de trajetória, ele voltou a gravar folk tradicional, acústico, sem importar-se com o pouco apelo comercial deste gênero nos dias atuais.

Em 1992 foi realizado um show-tributo em grande estilo, com a participação de vários nomes do rock, country e do soul cantando suas músicas: Eric Clapton, Stevie Wonder, Neil Young, Willie Nelson, Lou Reed, Eddie Vedder entre outros.

Depois do acústico produzido para a MTV em 1994, Dylan só voltou com um CD de inéditas em 1997 (Ano que vários outros famosos voltaram a ativa com sucesso, entre eles os Bee Gees.


O álbum "Time Out Of Mind" ganhou vários prêmios Grammy e foi considerado por muitos uma nova ressurreição artística, confirmada pela qualidade de "Love and Theft" (2001).

Neste mesmo ano a revista Rolling Stone publicou uma lista com as 500 melhores músicas da história e em primeiro lugar ficou Like a Rolling Stone, de Bob Dylan.

Registrou-se um novo interesse pela vida e obra de Dylan, com o lançamento oficial de várias gravações piratas, além do lançamento do documentário "No Direction Home", de Martin Scorsese, que flagra os anos iniciais de sua carreira (1961-1966) e "Modern Times", álbum lançado em 2006, com o qual, pela quarta vez na carreira, Dylan conquistou a liderança do ranking dos mais vendidos dos Estados Unidos, vendendo 192.000 cópias na primeira semana.

A última vez que Dylan tinha alcançado a liderança nos Estados Unidos, foi com o álbum "Desire", de 1976, que ficou 5 semanas no topo das paradas. Antes disso, alcançou o primeiro lugar com o clássico disco "Blood On The Tracks", em 1975, e com "Planet Waves", no ano anterior.

Bob Dylan também possui o dom da pintura e desenho, onde lançou um livro de desenhos "Drawn Blank" em 1994. 

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Fez a sua primeira exposição denominada "The Drawn Blank Series" no Museu Kunstsammlungen em Chemnitz (Alemanha) (onde há obras de Munch e Picasso) entre Outubro de 2007 e 3 de Fevereiro de 2008 com 175 aquarelas e guaches.


Escritor

Dylan escreveu o livro Tarântula em 1966, mas só foi publicado em 1971. Foi publicado em Portugal em 2007.

Sensacional e Merecidíssmo o Prêmio Nobel de Literatura recebido por Bob Dylan.

Sem dúvida, um dos maiores nomes da música de toda história!



  

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Lynyrd Skynyrd Para Sempre!


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Formada em meados de 1966 nos EUA na cidade de Jacksonville na Flórida, a influência musical desta Banda maravilhosa foi o Country, o Rock inglês, e o Blues.

A Banda teve vários nomes até se tornar Lynyrd Skynyrd em homenagem a um instrutor de ginástica nos tempos de estudantes.

A primeira gravação aconteceu em 1968 de um single chamado: "Need All My Friends".

O primeiro Disco de estréia da Banda ocorreu em 1973.


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Este Álbum trás as principais canções da Banda, entre elas: "Free Bird", "Simple Man" e "Tuesday's Gone".

Banda Marcada pela Tragédia!


A Banda Lynyrd Skynyrd se encontrava no melhor momento da carreira, quando no dia 20 de outubro de 1977 o avião que transportava a Banda perdeu um dos motores e caiu em uma densa floresta, em uma área pantanosa na região do Mississipi.

Ronnie Van Zant líder e vocalista da Banda, agarrou um travesseiro de veludo vermelho, e segurou firme a mão do baterista Artimus Pyle, um dos poucos sobreviventes, que relatou o seguinte:


"Ele olhou para mim e sorriu, como apenas ele conseguia sorrir, falando para não me preocupar, com seus olhos castanhos dizendo 'Bem, é hora de ir, parceiro'. Dois minutos depois ele estava morto com um ferimento na cabeça".

O guitarrista Steve Gaines, o roadie manager Dean Kilpatrick, o piloto Walter MacCreary e o co-piloto William Gray morreram na hora.

Atualmente o Lynyrd Skynyrd continua sua turnê pelo mundo, tocando os clássicos da Banda como também músicas da nova formação.


O atual líder e vocalista é o irmão do Ronnie, Johnny Van Zant!



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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Janis Joplin!


                                   


Janis Joplin foi muito mais do que a única mulher branca a alcançar reconhecimento interpretando blues (reduto de músicos negros, principalmente quando consideradas artistas do sexo feminino), foi também cantora de rock, dona de uma voz incomparável, e capaz de imprimir às músicas que cantava uma marca inconfundível de interpretação e sensualidade.

Nasceu em Port Arthur, Texas, no dia 19 de janeiro de 1943. em uma família humilde e conservadora que não aceitava facilmente o caminho que ela havia escolhido.

Já na adolescência cantava blues e folk inpirada por Bessie Smith, entre outras cantoras.

Em 1966 se mudou para a Califórnia e juntou-se à banda Big Brother and The Holding Company.

Em poucos meses Joplin tirou a banda da obscuridade, logo assumindo sua liderança (a princípio havia sido chamada apenas para fazer backing vocals).

Com esta banda Janis Joplin gravou o álbum Big Brother And The Holding Company em 1967 e Cheap Trills (um de seus melhores) em 1968.


Em busca de mais liberdade de decisão nos rumos que sua carreira tomava Joplin abandonou a banda Big Brother para formar a sua própria, The Kozmic Blues Band.

Seu primeiro álbum como artista solo, I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama. 

Em busca da sonoridade mais simples e eficiente Joplin reformou sua banda com o novo nome de Full Tilt Boogie Band.

As mudanças no estilo foram imensas e para melhor, com uma sonoridade que destacava seu vocal que havia se desenvolvido sensivelmente.


JANIS NO BRASIL!


Janis Joplin esteve no Brasil em fevereiro de 1970, na tentativa de se livrar do vício da heroína, mas sua passagem foi bem conturbada, Janis era muito loucaaaaa.

Durante a sua estadia fez topless em Copacabana, bebeu muito, cantou em um bordel, foi expulsa do Hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina e quase foi presa, pelas suas atitudes na praia, consideradas "fora do normal".

Como era época de carnaval, tentou participar de um desfile de escola de samba, porém teve acesso negado por um segurança que desconfiou de sua vestimenta hippie.

Janis teve uma breve relação amorosa com o roqueiro brasileiro Serguei.



Em meio às gravações do álbum Pearl, Janis foi encontrada morta, vítima de overdose de heroína e álcool, ainda com as marcas de agulhas nos braços.

O álbum foi lançado com as faixas para as quais ela já havia gravado os vocais.

Ironicamente a música Mee and Bob McGee foi o maior sucesso de sua carreira, dois meses após a sua morte.

As últimas gravações que Janis fez foram Mercedes Benz e Happy Trails, sendo a última feita como um presente de aniversário para John Lennon que faria aniversário em 9 de outubro, em entrevista, Lennon contou que a fita chegou em sua casa após a morte de Janis.







No dia 3 de outubro de 1970, Janis visitou o estúdio Sunset Sound Recorders em Los Angeles, Califórnia, para ouvir o instrumental da música de Nick Gravenite, Buried Alive in the Blues.

 A gravação dos vocais estava agendada para o dia seguinte, pela noite ela foi para o hotel, e no dia das gravações (4 de outubro) não apareceu no estúdio, então John Cooke (empresário da banda) foi até o hotel, onde a encontrou morta, vítima de overdose de heroína possivelmente combinada com efeitos do alcool.

Sua morte ocorreu quando tinha apenas 27 anos.

Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, em Westwood, Califórnia, e numa cerimônia, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.

O filme The Rose, com Bette Midler, baseou-se em sua vida.





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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Amy Winehouse!

          

Amy Jade Winehouse, mais conhecida como Amy Winehouse, nasceu em 14 de setembro de 1983 em Londres e se tornou uma cantora internacionalmente famosa pela sua voz extraordinária.

Desde pequena já mostrava grande aptidão para a música, mas só em 2003 Amy Winehouse se lançou como cantora no mundo artístico com a música “Stronger than me” que foi feita para promover o seu primeiro álbum intitulado “Frank”, lançado em 20 de outubro de 2003, desde então...Amy emplacou um sucesso atrás do outro.

 Amy Winehouse Frank [Vinyl] Album Cover

Em janeiro de 2004 Amy Winehouse lançou o seu segundo single, “Take the box”, que assim como “Stronger than me” alcançou ótimas posições nas paradas de sucesso.

Depois de alguns altos e baixos em sua carreira, Amy lançou em 2006 seu segundo álbum, intitulado “Back to Black”, que diga-se de passagem dominou as paradas de sucesso da Billboard 200 e da UK Albums Chart.

Esse segundo álbum da Amy Winehouse rendeu a cantora alguns hits de sucesso, como “Back to Black”, ”Tears Dry on Their Own”, You Know I’m No Good” e o maior sucesso da sua carreira, “Rehab”.

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Em 2007 Amy Winehouse se casou com Blake Fielder-Civil (usuário de drogas assumido) e foi a partir daí que sua carreira foi indo de mal a pior, pois a cantora também começou a se envolver com drogas e escândalos policiais, tanto por causa das drogas, alcoolismo ou agressões.

Em 2009 Amy se separou de Blake e começou um romance com Reg Traviss.

Em 2010 Amy Winehouse foi internada em uma clinica de reabilitação, o que a fez ser obrigada a deixar a música de lado e cuidar do seu problema, um esforço em vão.



No dia 23 de junho de 2011 Amy Winehouse foi encontrada morta aos 27 anos de idade em seu apartamento em Londres, Inglaterra. 

A causa da morte foi em decorrência de uma Overdose.

Após a morte de Amy, "Back to Black"tornou-se o disco mais vendido do Reino Unido do Século 21.

Fica a Homenagem do Blog, e a tristeza de perder uma artista de grande talento por causa das Drogas!!!