I Love It Loud

domingo, 29 de julho de 2012

Mister Geddy Lee!

      

Homenagem do Blog ao extraordinário Gary Lee Weinrib, o famoso Geddy Lee, baixista, tecladista, e vocalista de uma das maiores Bandas de todos os tempos, o Rush!

Canadense de Toronto, nasceu em 29 de Julho de 1953, portanto, completando 59 anos de vida!

Ganhou o apelido "Geddy" de um amigo, aos 12 anos. Isso, porque, sua mãe, por ser judia polonesa, pronunciava seu nome com sotaque bastante carregado.

Junto com Alex Lifeson, compôs a maioria das músicas da banda (enquanto Neil Peart, tradicionalmente, se encarrega das letras).


Como vocalista, caracteriza-se pelo seu timbre peculiar anasalado, mais agudo e agressivo nos primeiros discos do Rush e um pouco mais encorpado nos álbuns mais recentes.

Já como baixista é considerado um dos melhores relacionados ao instrumento.
Isso porque Geddy não toca como o de costume. Ele praticamente sola o tempo inteiro.

Enquanto a maioria dos seus colegas utiliza o baixo para "fazer a marcação", Lee imprime um estilo repleto de técnica e contrapontos que tornam o instrumento vivo, com linhas cheias e pulsantes.
Com isso, adiciona um contorno ainda mais peculiar ao complexo som do Rush.


Sua performance virtuosa casou-se perfeitamente com o "estilo Neil Peart" de tocar bateria (repleto de velocidade e contratempos).

Em seu projeto solo intitulado sugestivamente "My Favorite Headache" (2000), Geddy deixou de lado seu virtuosismo e enveredou por um caminho mais melódico.
Neste trabalho seu som ficou mais "acessível". Na época de lançamento, o músico declarou que buscava uma outra forma de expressão, "não precisando subir e descer escalas em alta velocidade".

Para muitos, a genialidade do "bruxo" (um de seus apelidos) é ainda mais acentuada pelo fato de
tocar como poucos, ao mesmo tempo em que canta. Ou seja, Geddy tem coordenação para tirar passagens sofisticadíssimas do seu baixo enquanto está com os olhos fixos no horizonte, verbalizando as letras de sua banda (sendo que muitas vezes ainda comanda os teclados com pedaleiras).

Tamanha competência lhe rendeu um trocadilho no meio musical: "God" Lee.

Geddy cita como suas principais influências os baixistas John Entwistle, Chris Squire, Jack Bruce, Greg Lake e Paul McCartney entre outros.

Fica aqui nossa homenagem!!!

Geddy Lee - Peace

terça-feira, 24 de julho de 2012

Amy Winehouse

         
Amigos leitores do Blog, no dia 23 de julho deste ano de 2012, completou 1 ano da morte de Amy Winehouse.

Amy Jade Winehouse, mais conhecida como Amy Winehouse, nasceu em 14 de setembro de 1983 em Londres e se tornou uma cantora internacionalmente famosa pela sua voz extraordinária.

Desde pequena já mostrava grande aptidão para a música, mas só em 2003 Amy Winehouse se lançou como cantora no mundo artístico com a música “Stronger than me” que foi feita para promover o seu primeiro álbum intitulado “Frank”, que foi lançado em 20 de outubro de 2003, de lá pra cá Amy veio emplacando sucesso atrás de sucesso.

 Amy Winehouse Frank [Vinyl] Album Cover

Em janeiro de 2004 Amy Winehouse lançou o seu segundo single, “Take the box”, que assim como “Stronger than me” alcançou ótimas posições nas paradas de sucesso.

Depois de alguns altos e baixos em sua carreira, Amy lançou em 2006 seu segundo álbum, intitulado “Back to Black”, que diga-se de passagem dominou as paradas de sucesso da Billboard 200 e da UK Albums Chart.
Esse segundo álbum da Amy Winehouse rendeu a cantora alguns hits de sucesso, como “Back to Black”, ”Tears Dry on Their Own”, You Know I’m No Good” e o maior sucesso da sua carreira, “Rehab”.
Em 2007 Amy Winehouse se casou com Blake Fielder-Civil (usuário de drogas assumido) e foi a partir daí que a sua carreira foi indo de mal a pior, pois a cantora também começou a se envolver com drogas e escândalos policiais, tanto por causa das drogas, alcoolismo ou agressões.


Em 2009 Amy se separou de Blake e começou um romance com Reg Traviss.
Em 2010 Amy Winehouse foi internado em uma clinica de reabilitação, o que a faz ser obrigada a deixar a música de lado e cuidar do seu problema, um esforço em vão.

No dia 23 de junho de 2011 Amy Winehouse foi encontrada morta aos 27 anos de idade em seu apartamento em Londres, Inglaterra. Ainda não foi confirmada a causa da morte, mas especialistas desconfiam de overdose.

Fica a Homenagem do Blog, e a tristeza de perder uma artista de grande talento por causa das Drogas!!!

                   

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Santana!!!

                  

Carlos Alberto Santana Barragán, mais conhecido como Santana, nascia nesta data em Autlán de Navarro, em 1947, é um conhecido guitarrista e compositor mexicano.

Tornou-se famoso na década de 1960 com a banda Santana Blues Band, conhecida posteriormente apenas como Santana - mais precisamente com a sua atuação no Festival de Woodstock em 1969, onde ganhou projeção mundial.

O pai de Carlos Santana era um violinista de mariachi, e o jovem Carlos inicialmente aprendeu o violino, porém mudou para a guitarra quando tinha 8 anos de idade.

Depois que a família mudou-se para Tijuana, Santana começou a tocar em casas noturnas e bares. Ficou em Tijuana quando sua família decidiu mudar para São Francisco, nos Estados Unidos, porém logo se juntou a eles.
Em 1966, ajudou a formar a Santana Blues Band, nome posteriormente encurtado para Santana. A banda começou a tocar no Fillmore West Auditorium, onde muitas das grandes bandas de São Francisco começaram. A primeira gravação de Santana foi The Live Adventures of Mike Bloomfield and Al Kooper, com Al Kooper e Mike Bloomfield.



Depois de assinar com a Columbia Records, Santana lançou um álbum auto-intitulado Santana. O grupo consistia, na época em: Carlos Santana (guitarra), Gregg Rolie (teclado e vocais), David Brown (baixo), Michael Shrieve (bateria), Jose Areas e Michael Carabello (percussão).

 Na turnê que fizeram para divulgar o álbum (que incluía os sucessos "Jingo" e "Evil Ways"), a banda tocou no Festival de Woodstock.
 A apresentação aumentou enormemente a popularidade do Santana.
Santana se tornou um grande sucesso, tal como o álbum Abraxas, de 1970 (destacando a música "Oye Como Va") e Santana III, de 1971. Em seguida, a formação original do Santana se desfez. Gregg Rolie se tornou um dos fundadores da banda Journey.


Carlos Santana manteve o nome e utilizou diversos músicos diferentes para continuar a turnê pelo país, lançando vários álbuns. Durante este período, Carlos adotou o nome "Devadip", dado a ele pelo líder espiritual Sri Chinmoy. Vários álbuns foram lançados nas décadas de 1970 e 1980, incluindo colaborações com Willie Nelson, Herbie Hancock, Jones, Wayne Shorter, Ron Carter e The Fabulous Thunderbirds.
Em 1991, Santana apareceu como convidado no álbum "Solo Para Ti", de Ottmar Liebert, nas músicas Reaching Out 2 U e numa versão de sua música Samba Pa Ti.

Carlos Santana foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 1998.

Carlos Santana lançou em 1999 o álbum Supernatural, que teve as participações de Rob Thomas, Eric Clapton e Lauryn Hill, ganhando prêmios Grammy em nove categorias, no ano seguinte, igualando um record histórico que somente Michael Jackson detinha.

Santana costuma usar guitarras PRS de modelo próprio (Signature). Foi aclamado pela revista Rolling Stone como o 15º melhor guitarrista de todos os tempos.

Além de ser considerado como um dos maiores guitarristas de todos os tempos, desde o álbum Supernatural que as suas parcerias são aclamadas no mundo artístico, sendo que os seus álbuns mais recentes são os melhores exemplos.

Entre os artistas convidados por Santana destacam-se: Steven Tyler, Kirk Hammet, Rob Thomas, Michelle Branch, Eric Clapton, Dido, The Wreckers, Joss Stone, Seal, Will.I.Am, Mary J. Blige, Sean Paul, Alex Band, Shakira, Chad Kroeger, Wyclef Jean, Tina Turner, Jennifer Lopez,Michael Jackson entre outros.

Desde o início deste tipo de parcerias, Carlos Santana já recebeu 10 prêmios Grammy.
Santana esteve no Brasil por cinco vezes, 1971, 1973, 1991, 1996 e 2006.

Em 19 de janeiro de 1991, Santana se apresentou no Rock in Rio II, precedido por Vid & Sangue Azul, Supla, Engenheiros do Hawaii, Billy Idol e antecedendo INXS, que fechou a noite.
Em 24 de janeiro de 1991, Santana se apresentou por mais uma noite no Rock in Rio II, precedido por Serguei, Alceu Valença, Laura Finokiaro e antecedendo Prince, que fechou a noite.


Discografia

Álbuns com a banda Santana

  • Santana (1969) EUA: 2x Multi-Platina[2]
  • Abraxas (1970) EUA: 5x Multi-Platina[2]
  • Santana III, (1971) EUA: 2x Multi-Platina[2]
  • Caravanserai (1972) EUA: Platina[2]
  • Welcome (1973) EUA: Ouro[2]
  • Lotus (ao vivo) (1974)
  • Borboletta (1974) EUA: Ouro[2]
  • Amigos (1976) EUA: Ouro[2]
  • Festival (1977) EUA: Ouro[2]
  • Moonflower (1977) EUA: 2x Multi-Platina[2]
  • Inner Secrets (1978) EUA: Ouro[2]
  • Marathon (1979) EUA: Ouro[2]
  • Zebop! (1981) EUA: Platina[2]
  • Shango (1982)
  • Beyond Appearances (1985)
  • Freedom (1987)
  • Spirits Dancing in the Flesh (1990)
  • Milagro (1992)
  • Sacred Fire: Live in South America (1993)
  • Santana Live at the Fillmore (1997)
  • Supernatural (1999) EUA: 15x Multi-Platina[2]
  • Shaman (2002) EUA: 2x Multi-Platina[2]
  • All That I Am (2005) EUA: Ouro[2]
  • Guitar Heaven: The Greatest Guitar Classics of All Time (2010)

Álbuns solo ou em colaboração com outros músicos

Coletâneas oficiais

  • Santana Greatest Hits (1974)
  • Viva Santana! (1988)
  • Definitive Collection (1992)
  • Dance of the Rainbow Serpent (Box Set, 3-CD) (1995)
  • The Very Best of Santana (1996)
  • The Ultimate Collection (3-CD) (1997)
  • The Best of Santana (1998)
  • Best Instrumentals (1998)
  • Best Instrumentals Vol. 2 (1999)
  • The Best of Santana Vol. 2 (2000)
  • The Essential Santana (2-CD) 2002)
  • Ceremony: Remixes & Rarities (2003)
  • Love Songs (2003)
  • Hit Collection (2007)
  • Ultimate Santana (2007)
  • The Very Best of Santana (Live in 1968) (2007)

Lançamentos não-oficiais

  • Samba Pa Ti (1988)
  • Persuasion (1989)
  • Latin Tropical (1990)
  • Santana (1990)
  • The Big Jams (1991)
  • Soul Sacrifice (1994)
  • Santana Jam (1994)
  • With a Little Help from My Friends (1994)
  • Jin-Go-Lo-Ba (1995)
  • Santana Live (2004)
  • Jingo and more famous tracks (????)

Singles

  • 1969: "Jingo"
  • 1970: "Evil Ways"
  • 1971: "Black Magic Woman"
  • 1971: "Everybody's Everything"
  • 1971: "Oye Como Va"
  • 1972: "No One to Depend On"
  • 1974: "Samba Pa Ti"
  • 1976: "Let It Shine"
  • 1977: "She's Not There"
  • 1978: "Well All Right"
  • 1979: "One Chain (Don't Make No Prison)"
  • 1979: "Stormy"
  • 1980: "You Know That I Love You"
  • 1981: "Winning"
  • 1981: "The Sensitive Kind"
  • 1982: "Hold On"
  • 1982: "Nowhere to Run"
  • 1985: "Say It Again"
  • 1993: "America" (comP.O.D.)
  • 1999: "Smooth" (com Rob Thomas)
  • 2000: "Maria Maria" (com The Product G&B)
  • 2002: "The Game of Love" (com Michelle Branch)
  • 2003: "Nothing at All" (com Musiq Soulchild)
  • 2003: "Feels Like Fire" (com Dido)
  • 2004: "Why Don't You & I" (com Alex Band)
  • 2005: "I'm Feeling You" (com Michelle Branch)
  • 2005: "Just Feel Better" (com Steven Tyler)
  • 2006: "Cry Baby Cry" (com Sean Paul e Joss Stone)
  • 2006: "Illegal" (Shakira e Carlos Santana)
  • 2007: "No Llores" (Gloria Estefan e Carlos Santana, Jose Feliciano e Sheila E.)
  • 2007: "Into the Night" (com Chad Kroeger)
  • 2008: "This Boy's Fire" (com Jennifer Lopez e Baby Bash)
  • 2008: "Fuego en el Fuego" (Eros Ramazzotti e Carlos Santana)

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Mestre Jon Lord!

   

Jon Lord, tecladista e fundador do grupo Deep Purple, morreu anteontem em Londres, aos 71 anos, depois de uma longa batalha contra um câncer no pâncreas.

Mais que um grande músico, o britânico Lord foi um pioneiro na fusão do rock com a música clássica, vertente do rock que ele ajudou a popularizar.

Lord aprendeu piano clássico e sonhava em ser um concertista. Era também grande fã de pianistas de jazz, mas acabou seduzido pela intensidade e pelo talento de Jerry Lee Lewis e apaixonou-se pelo rock.

Nos anos 1960, trabalhou como músico de estúdio e chegou a gravar músicas que se tornariam clássicas, como "You Really Got Me", do grupo The Kinks.
Em 1968, Lord fundou o Deep Purple, banda inglesa que logo se destacou pelo virtuosismo de seus instrumentistas, como o guitarrista Ritchie Blackmore e o baterista Ian Paice.

A formação clássica da banda, a partir de 1969, incluiria ainda o vocalista Ian Gillan e o baixista e cantor Roger Glover.

O Deep Purple fazia um hard rock com muitas influências de blues, e Lord começou a incorporar ao estilo da banda o som de seu teclado Hammond, que se tornaria uma das marcas do grupo.

Diferentemente de muitos grupos de rock pesado da época, como Black Sabbath, que fazia músicas mais simples e diretas, os integrantes do Deep Purple gostavam de fazer longas "jams", o que os tornou também admirados por fãs de rock progressivo.

Em 1969, Lord compôs o "Concerto para Grupo e Orquestra", que a banda executou e gravou com a Royal Philarmonic Orchestra. O disco é considerado pioneiro na fusão de rock com orquestras.

Nos anos 1970, o Deep Purple fez fama com discos pesados, como "In Rock" (1970) e, especialmente, "Machine Head" (1972), um clássico que influenciou muitos grupos de heavy metal que surgiriam nos anos seguintes.
Mesmo durante a fase mais heavy do grupo, os teclados de Jon Lord sobressaíam.

Em "Smoke on the Water", música mais emblemática do Deep Purple --e inspirada por um incêndio que, em 1971, destruiu um cassino em Montreux, na Suíça, onde se realizava um show de Frank Zappa--, Lord tocou seu órgão Hammond ligado em um amplificador Marshall, criando um som pesado e distorcido.

A influência de Jon Lord no rock é imensa e atinge músicos de diversos estilos. Não é à toa que artistas tão díspares quanto Rick Wakeman, um dos pilares do rock progressivo, e Tom Morello, guitarrista do pesadíssimo Rage Against the Machine, tenham divulgado mensagens emocionadas de pesar.
Fica aqui, a homenagem do Blog ao Grande Mestre Jon Lord.



sexta-feira, 13 de julho de 2012

Viva o Rock and Roll

           

O cantor irlandês Bob Geldof suava horrores nos bastidores do estádio de Wembley. Em meio a um surto de ansiedade, teve uma rápida crise de choro. Somente ali ele teve consciência do tamanho da enrascada que havia se metido: dois estádios abarrotados por mais de 80 mil espectadores cada um, separados por 6 mil quilômetros, mais de 100 artistas mundiais do primeiro escalão em dois megashows com transmissão ao vivo para 1 bilhão de pessoas.


Geldof tinha certeza que o Live Aid, no dia 13 de julho de 1985, evento beneficente saído de sua cabeça, não ia dar certo. Temia que o som não estivesse bom, que os artistas convidados a tocar de graça não apareceriam, que houvesse alguma tragédia.

Só se deu conta do estrondoso sucesso da empreitada quando foi erguido, ao final do evento, como um herói e ficou nos ombros de ninguém menos do que Paul McCartney e Pete Townshend.

Foi saudado como uma das grandes personalidades do nosso tempo indicado duas vezes para o prêmio Nobel da Paz. O Live Aid foi tão importante que o 13 de julho se tornou o Dia Internacional do Rock.
“O Live Aid pode ter sido a minha grande obra, mas prejudicou totalmente minha carreira, a minha capacidade de fazer o que eu amo. Se não tivesse acontecido, tenho certeza de que eu teria sido capaz de fazer a transição do The Boomtown Rats a uma carreira solo como a do Paul Weller ou Sting”, disse o cantor em entrevista ao site Evening Standard em junho pasApesar disso, o amargurado Geldof revelou que não se arrepende do feito. De acordo com ele, “teria sido terrivelmente irresponsável se não tivesse promovido o show”.

Contra a fome
Se Woodstock, em 1969, é considerado o sinônimo de festival de rock – um símbolo de um gênero musical e de toda uma geração –, o Live Aid foi muito mais do que isso.

Sua importância se confunde com o próprio conceito do rock. Supera inclusive em todos os sentidos o Concert for Bangladesh, de 1971, de George Harrison, considerado o primeiro evento roqueiro beneficente de peso, e o Concert for Kampuchea, de Paul McCartney, de 1979.

É inegável que o Live Aid é a grande obra de Geldof. Sentado no seu sofá detonado no flat onde morava, em Londres, no final de 1984, ruminava entre goles longos de cerveja o que faria da vida após o final melancólico de sua banda pouco antes, o Boomtown Rats, de sucesso relativo entre 1978 e 1980, até ser varrido pelo final do punk e pelo surgimento da new wave.

O festival do festivais

Instigado por Paul McCartney e por jornalistas da BBC, conseguiu apoio para a realização de um grande concerto de rock reunindo quase todos os participantes do Band Aid. A participação do promotor de eventos musicais Harvey Goldsmith foi primordial para transformar os planos de Geldof e Ure em realidade, e o evento foi crescendo e ganhando visibilidade enquanto vários artistas ingleses e norte-americanos concordavam de imediato em participar.
No começo, Geldof teve de ficar ao telefone por quase uma semana convidando artistas amigos e negociando com agentes e empresários a liberação de outros músicos. Houve alguma dificuldade inicial, mas logo a adesão ao projeto virou uma avalanche. Na semana seguinte, ele é que não parava de receber ligações de vários astros mundiais.

Inicialmente programado para o dia 13 de julho no estádio de Wembley, o templo do futebol inglês em Londres, teve de ser desmembrado para outro local diante do enorme número de artistas querendo participar. Empresários de comunicações e do show business dos Estados Unidos viabilizaram o estádio JFK, na Filadélfia, para que um evento paralelo e simultâneo fosse realizado.
Sucesso absoluto, a marca Live Aid rendeu cerca de US$ 250 milhões em 27 anos de comercialização – pena que parte do dinheiro arrecadado à época tenha sido desviado pelo caminho.sadQuem participou? Simplesmente todo mundo que era relevante na história do rock até então: Geldof, Paul McCartney, The Who, Mick Jagger, Keith Richards, Ron wood, Bob Dylan, Queen, U2, Judas Priest, Black Sabbath com sua formação original, Led Zeppelin reunido com Phil Collins na bateria, David Bowie, Tina Turner, Phil Collins (que tocou por algumas horas em Londres, pegou um avião supersônico Concorde e chegou a tempo para tocar na Filadélfia), Eric Clapton, Elton John, Sade, Elvis Costello, Status Quo, Spandau Ballet, Bryan Ferry, Sting, Bryan Adams, Beach Boys, B.B. King, Style Council, Santana, Duran Duran, Madonna, Pretenders, Crosby, Stills, Nash & Young, entre muitos outros. A se lamentar, as ausências de Prince (que mandou um clipe, exibido no telão), Michael Jackson e Deep Purple (reunido em sua formação clássica, não participou devido à recusa inexplicável do guitarrista Ritchie Blackmore).
O legado do Live Aid é impossível de ser medido. Foi muito além de um bem-sucedido festival musical beneficente. Virou sinônimo de festival de rock, de solidariedade, de cumplicidade, de comprometimento e de mobilização. O dia Internacional do Rock é apenas a face mais visível deste evento que teve impacto decisivo na história da humanidade.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Poeta Vinícius de Moraes!

                      

Vinicius de Moraes foi um nome muito importante no meio cultural brasileiro.
Diplomata de carreira destacou-se como poeta modernista, mas também como compositor e letrista popular.
Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes nasceu em 1913, no Rio de Janeiro, onde morre, infelizmente, em 1980.

Com apenas 15 anos, quando estava no curso secundário, começa a compor músicas populares.
Em 1933, conclui o curso de direito. No mesmo ano, publica seu primeiro livro, a coletânea de poemas:  O Caminho para a Distância (1933). Em 1935, surge: Forma e Exegese.

Em 1938 vai estudar na Inglaterra e lança: Novos Poemas.

De volta ao Brasil, ingressa no ministério das relações Exteriores, em 1943. Nesse ano, o livro: Cinco Elegias inaugura uma nova fase em sua poesia.

De um início marcado fortemente pela religiosidade neossimbolista, o lírico Vinicius passa para uma temática mais próxima do amor, do erotismo e das angústias do desejo. Fala mais do cotidiano, de temas sociais, e sua linguagem se torna mais coloquial.

Em 1953 compõe seu primeiro samba: “Quando tu passas por mim”, e publica a peça: Orfeu da Conceição, em 1954. Em 1956 conhece o compositor Tom Jobim, sendo que duas de suas composições com Jobim foram: Chega de saudade e Outra vez, gravadas por Elizeth Cardoso no disco: Canção do Amor demais em 1958, com acompanhamento ao violão de João Gilberto. Ambas as músicas se tornam um marco da Bossa nova.


É de Vinicius a letra de Garota de Ipanema, a música brasileira mais conhecida em todo o mundo.

           

Entre 1955 e 1956, prepara o roteiro do filme: Orfeu Negro, do diretor francês Marcel Camus, que ganha o Oscar 1959 de melhor filme estrangeiro.

No inicio dos anos 60, compõem com outros músicos como Carlos Lyra, Edu Lobo, Pixinguinha, Dorival Caymmi e Francis Hime. Com Baden Powell, cria afros sambas famosos como: Canto de Ossanha e Berimbau.

É aposentado do serviço em 1968 pelo regime militar. A partir de 1969, torna-se parceiro do violinista Toquinho, com quem faz shows no Brasil e no exterior até sua morte.



Porém, pode-se dizer que Vinicius de Moraes se imortalizou.
Suas obras continuam a serem lidas e admiradas até hoje.

Suas composições sempre são cantadas e interpretadas novamente. Quem contribui para a cultura nunca será esquecido.



"Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval".

Vinícius de Moraes

terça-feira, 3 de julho de 2012

O Mistério de Jim Morrison!

               
Neste dia 03 de Julho do ano de 1971, Jim Morrison, líder da banda The Doors, foi encontrado morto na banheira de um apartamento alugado em Paris. Ele tinha 27 anos.

Clarke James Douglas Morrison nasceu em Melbourne (Flórida) em 08 de dezembro de 1943.
Seus pais eram Clara Clarke e George Stephen Morrison.Ele tinha dois irmãos, Andy e Anne Morrison.
Seu pai era um militar dos EUA, e desde a infância, sua família mudou-se para várias cidades devido a carreira do pai.

Desde jovem era fascinado pela literatura e poesia.

Morrison saiu de casa aos dezenove, estudou na Universidade Estadual da Flórida e depois cinema na UCLA, em Los Angeles, parte da mesma geração do famoso cineasta Francis Ford Coppola , que, anos mais tarde, iria usar a faixa The End como trilha sonora introdutória de "Apocalypse Now", o seu filme ambientado na Guerra do Vietnã.
Jim conseguiu se formar, mas nunca foi buscar os seus papéis, ele havia perdido todo o interesse na indústria cinematográfica.

Decidiu concentrar-se naquilo que sempre considerou sua verdadeira vocação, a poesia.

Para este fim, ele mudou-se para Venice Beach em Los Angeles, Califórnia.

Esta foi uma época de descoberta de Jim. Por um lado, a abordagem de drogas psicodélicas que tanto o fascinava, como a maconha eo LSD peyote (segundo o seu favorito), cortesia de autores como Baudelaire e Aldous Huxley , e em segundo lugar, o nascimento de cultura hippie floresceu em todo lugar e vivia cercado.
No entanto, ele nunca se identificou com ele e até mesmo desprezada pela maior parte devido ao seu niilismo. Sua visão do mundo estava longe de hippies questões fundamentais, tais como o alcance da mente através da meditação, vegetarianismo, ou astrologia.

Diz-se que o alto QI de 149.1 Embora não seja comprovado em testes de QI, naqueles dias, é verdade que a leitura de textos complexos para a maioria, incluindo obras de autores como Friedrich Nietzsche , Aldous Huxley, Jack Kerouac, Charles Baudelaire , Arthur Rimbaud , o Conde de Lautréamont Emanuel Swedenborg, Gerard de Nerval e William Blake , entre muitos outros.

Um professor até disse Jim seus biógrafos que costumava ir à Biblioteca do Congresso para ver se havia alguns dos livros que li, disse Jim. Os professores conversaram longamente com Jim sobre os livros deste tipo. De acordo com declarações de alguns, "parecia como se ele tivesse escrito aqueles livros, a maioria dos outros alunos não conseguia entender como ele".


Em 1965, depois de se formar na Universidade da Califórnia, teve um encontro casual com Ray Manzarek, um ex-colega na faculdade e um outro músico (que estava na banda Rick and The Ravens). Com o intuito de difundir sua poesia, Jim mostrou-lhe que poderiam ser músicos.
Jim, sentado na areia macia de Veneza, timidamente, cantou o primeiro verso de "Moonlight Drive".

Manzarek foi surpreendido por seu talento e lhe pediu para formar uma banda de rock.
Após diversas mudanças na formação da banda, acabou formando The Doors, Ray Manzarek nos teclados, Robby Krieger na guitarra e John Densmore na bateria (os dois últimos do grupo The Psychedelic Rangers), para além da voz Jim.

O nome escolhido a partir do título do ensaio As Portas da Percepção de Aldous Huxley sobre o LSD se inspirado na citação de William Blake: "Se as portas da percepção foram refinados, tudo apareceria ao homem como é, infinito "(" Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria ao homem como é, infinito ").


Depois de dar vários shows locais em Los Angeles, ganhou um contrato para tocar em um bar conhecido como "Whisky a Go Go".

Noite após noite, eles tocavam, e dentro do repertório, uma longa canção que foi composta com base em improvisações chamado O Fim.
Morrison adicionado ou removido de sua poesia à vontade, dependendo do seu humor.
Um dia, depois de consumir grandes quantidades de álcool, maconha e LSD, Jim teve que ser carregado por seus companheiros quase arrastou para o bar e de alguma forma conseguiu fazê-la cantar. Ao chegar na interpretação do fim, como sempre fazia, começou a improvisar na música, mas que o momento final, não apenas uma parte da lenda de The Doors, mas a cultura rock em geral. Morrison escreveu uma versão resumida ao vivo e original da tragédia de Édipo, personagem de Sófocles, para a crueldade acaso do destino, acaba matando o pai e casar com sua mãe. "Pai? (Pai?)-Sim, são eles? (Sim, filho.)-Eu quero te matar.(Eu quero matar.) Mãe? (Mãe?)-Quero.foda-se!.(I.Foda-se!).

Ouça a canção no Link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=JSUIQgEVDM4&feature=player_detailpage


Em 1967 a banda lançou seu primeiro álbum, chamado simplesmente de The Doors.

Foi com o single "Light My Fire, totalmente escrita por Robbie Krieger, a banda permaneceu várias semanas no topo da Billboard popularidade revista, durante o Verão famosa do Amor, 1967.


Foi tanto o impacto sobre as drogas, que Jim se tornou um especialista no assunto, o interesse em xamanismo por causa de sua estreita relação com o peyote.
Ele até escreveu um tratado sobre drogas. Diz-se também a ser caracterizada por suas pequenas xamã dançando ao estilo indiano, e, na chegada em Los Angeles, viu a morte de um índio em um acidente. A lenda diz que se você ver um índio morto, seu espírito se encarna em você.

Seus provocativos no palco, perturbando a ordem pública, fez a sua shows foram proibidos em várias cidades EUA. Em primeiro de março de 1969, foi levado a julgamento na sequência de uma performance em que alguns participantes disseram que mostrou o seu pênis e masturbação simulada, entre outras coisas (apesar de não haver provas).


Em 1971, sob o risco de ser condenado à prisão, decidiu deixar a música e se estabelecer em Paris onde se dedicou inteiramente a sua maior inclinação: poesia.

É importante notar que Morrison deixou a carreira musical em seu momento de maior popularidade, e na ocasião os Doors competiam com grandes bandas como The Beatles e The Rolling Stones.

Com seu nome completo, o James Douglas Morrison Clarke, já havia publicado dois livros de poemas pequenos The Lords (Senhores) e as novas criaturas (A Nova Criação) e o livreto An American Prayer (An American Prayer) e Ode ao L.(Ode to LA), poema dividido entre partidários do grupo em um show após a morte de Brian Jones, guitarrista dos Stones, afogado em uma piscina por causa de uma overdose.

Em 03 de julho de 1971 Jim Morrison foi encontrado morto na banheira de seu apartamento no bairro de Marais de Paris, na França, onde viveu com sua mulher, Pamela Courson (embora existam muitas outras versões de sua morte, incluindo a idéia de suicídio e homicídio).



Não houve autópsia, mas disse que ele morreu de um ataque cardíaco, de acordo com a certidão de óbito. Há pessoas que questionam a versão oficial, porque as circunstâncias eram estranhas.

Foi dito que o pai de Jim levou o corpo de seu filho para o cemitério para levar os Estados Unidos, mas as fontes de Père Lachaise, o famoso cemitério onde foi enterrado, eles dizem que ninguém pode manter um corpo sem saber a administração.

Ele também coloca em questão o fato de sua morte, como seus cartões de crédito e os passaportes ainda estavam válidos.

Os únicos que viram o corpo dele foram Pamela, e um médico.

Outras versões dizem que ele sofreu uma overdose de heroína (que não gostava) no banheiro de Paris Rock'n'Roll Circus e mais tarde foi transferido para casa.

Nessa estranha morte, tem havido muitas especulações.Várias pessoas relataram ter visto o Rei Lagarto em um café de Paris, e vários lugares de má fama de Los Angeles, vestindo uma roupa de couro preto, mas estes rumores nunca foram provados.

Diz-se também que, após sua morte, uma pessoa que afirma ser Jim Morrison e vestido como ele, tem talões de cheque em seu nome.


Ray Manzarek, tecladista do The Doors, disse:

"Se há um tipo capaz de encenar a sua própria morte através da criação de um certificado de morte ridícula e pagar um médico francês," colocaram um saco de cento e cinqüenta quilos no caixão e ir para qualquer parte do mundo-África, quem sabe, esse cara é Jim Morrison. Ele próprio seria capaz de trazer isso para fruição ".

Jim Morrison morreu aos 27 anos, como outros roqueiros famosos como Robert Johnson, Brian Jones, Jimi Hendrix , Janis Joplin e Kurt Cobain
.Seu epitáfio foi escrito em grego antigo ("Kata ton eaytoy Daimona") e pode ser traduzido como "cada um o seu próprio demônio".