I Love It Loud

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Sempre Harrison!!!


                        

George Harrison nasceu no dia 25 de fevereiro de 1943 na Inglaterra.
Desde pequeno George sempre foi amigo de Paul McCartney.
Em 1958 Paul apresentou George a John Lennon, e George foi convidado a se juntar aos Quarryman. Lennon e McCartney achavam que ele tocava muito bem. Mas George não tinha tinha aquela liderença que caracterizava Lennon e McCartney.
George não compunha, cantava poucas músicas, como "Rool Over Beethoven" de Chuck Berry, e ficava em uma posição segundária na banda.

No início ele era mais preocupado em aperfeiçoar seu talento na guitarra do que propriamente compôr e cantar.
Quando ele começou a mostrar seu talento em algumas músicas, passou a ter direito a apenas uma ou duas músicas em cada disco, pois Lennon e McCartney monopolizavam as músicas.
Em janeiro de 1966 casou-se com modelo inglesa Pattie Boyd.

Ainda em 1966 os Beatles viajaram para a Índia. George ficou impressionado com o misticismo hindu. Ele começou a estudar música indiana e aprendeu a tocar citara com Ravi Shankar.
A música "Within You Without You" do disco "Sgt. Pepper's", prova o seu talento com a citara. Esse som é uma viagem!
Ouçam no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=gsDfbpYXHRI

Em 1967 os Beatles viajaram para a Índia, buscando um retiro espiritual e cairam nas trapaças do mestre Maharish. Eles queriam descobrir o misticismo oriental, mas acabaram descobrindo que Maharish era um falsario, querendo o dinheiro da banda.
Mas o misticismo oriental acabou influenciando George por toda a sua carreira.

Esse misticismo estava presente na maioria de suas músicas. A partir do White Album começou a compôr sua mais belas canções, como "While My Guitar Gently Weeps", "Something" e "Here Comes The Sun" . Essas três músicas estão entre as mais bonitas dos Beatles.

Já no fim dos Beatles, brigava muito com McCartney. Os dois não combinavam muito e discutiam em todas as gravações.

Apenas um ano depois da separação dos Beatles, em 1970, George Harrison lançou "My Sweet Lord" e deu uma série de shows em Nova York, cujas rendas doou para Bangladesh.
Seu disco seguinte, "Living in the Material World", recebeu uma modesta acolhida.
Depois, uma turnê catastrófica nos Estados Unidos e o disco "Dark Horse" coincidiram com problemas de ordem pessoal.

Sua esposa, a modelo Patti Boyd, o trocou por um de seus amigos, o guitarrista Eric Clapton. O casal se separou em 1974 e se divorciou em 1977.
Clapton e Harrison ficaram brigados até o princípio dos anos 90.
Mas em 1974, George Harrison conheceu Olivia, americana de origem mexicana, com quem se casou em 1978 e com quem teve um filho, Dhani.
    
Em 1981, George Harrison retornou com êxito em uma homenagem a John Lennon, "All Those Years Ago", na qual participaram Paul McCartney e Ringo Starr.

Poucos anos depois, formou o grupo "Traveling Wilburys", com Bob Dylan, Roy Orbison, Tom Petty e Jeff Lynne. Em 1992, se apresentou no Japão junto com Eric Clapton, com quem havia se reconciliado.


Bacana também o encontro de Harrison e Bob Marley, eles tocaram juntos no dia 15 de Julho de 1975.


Em 1997, foi operado de um tumor cancerígeno na garganta.
E, logo após, passou por um tratamento para câncer no pulmão.

Voltou aos noticiários em dezembro de 1999, quando um fã desequilibrado entrou em sua mansão de 120 cômodos de Oxfordshire (oeste de Londres) e o esfaqueou dez vezes no peito.
Nessa ocasião, salvou-se graças à iniciativa de sua esposa, que colocou o agressor fora de combate atingindo-o com um abajur.

George faleceu nos EUA, aos 58 anos de idade, dia 29 de Novembro de 2001, vítima de complicações com um problema de câncer que o atacava há vários anos.





Declaração de PAUL McCARTNEY:
- Estou muito triste. Nós sabíamos que ele estava doente há muito tempo. Ele era uma pessoa adorável,
um homem corajoso e tinha um incrível senso de humor. Ele era verdadeiramente meu irmãozinho.

Declaração de YOKO ONO, viúva de John Lennon:
- George nos deu tanto durante sua vida e seguirá nos dando após sua morte.

                   


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Bon Scott!


               


Ronald Belford ‘Bon’ Scott nasceu em Kirriemuir, na Escócia, no dia 9 de julho de 1946, bem na ressaca do pós-guerra.
Aos seis anos de idade, Bon seguiu de mudança com seus pais e seus irmãos para a casa de sua tia, em Sunshine, um subúrbio de Melborne, na Austrália. Graeme, um dos irmãos de Bon, sofria de asma e seu médico recomendou que a família se mudasse o mais breve possível para o oeste do país, uma área mais seca e quente. Foi assim que a famíla Scott se mandou para Fremantle, uma pequena cidade próxima a Perth.
Foi ali que Bon começou a se interessar por música, aprendendo a tocar gaita de fole. Aos 11 anos de idade ele já estava como membro oficial da banda de seu pai, por onde permaneceu por cinco anos. Sempre que sobrava um tempo, Bon sentava na bateria e ficava brincando. Não demorou muito para ele se tornar um baterista de verdade.
Em 1961, Bon abandonou a escola e passou a trabalhar de qualquer coisa que pintasse pela frente. Foi pescador, caminhoneiro, motorista de trator, balconista, bartender, carteiro e operário de uma indústria.
Sua primeira banda de rock, The Spektors, serviu para colocar o garoto em contato com suas primeiras groupies. 
Valentines  Imagem

A imagem pop dos Valentines acabou sendo abalada pelo envolvimento com drogas de seus integrantes, o que levou a banda a ruir rapidamente, em 1970. Bon não se intimidou, mudou para Adelaide e se juntou a um grupo local mais pesado e ousado, o Fraternity, apaixonados pelo hard rock e pelo progressivo que tomava conta do planeta. As revistas especializadas já publicavam matérias especiais com a banda, caracterizando Bon como o ‘cara selvagem’ do Fraternity.


Fraternity
Os irmãos Young não estavam nada contentes com o direcionamento Glam que Evans estava dando para o AC/DC. Nessa mesma altura, Bon se ofereceu para ser baterista do grupo, no entanto, o que os irmãos Young precisavam era de um frontman que encarnasse todo o pique daquela banda. Bon topou o desafio e o resto é história.
Depois de vários álbuns de estúdio e um ao vivo fenomenal, o AC/DC perdeu seu eterno vocalista num verdadeiro golpe de má sorte.
Imagem



Em 19/02/1980: Bon Scott, vocalista do AC/DC, morre aos 33 anos de idade. 
Oficialmente ele morreu de causas naturais, mas visto que voltava de uma bebedeira na noite de sua morte, é mais provável que ele tenha morrido por causa da bebida, sufocado com seu próprio vômito.
Ao voltar de uma festa Bon, desacordado, foi deixado por um amigo no carro. Apenas no outro dia foi constatado que ele havia morrido. Há boatos de que haveria heroína envolvida, mas isso nunca foi confirmado.




                                          

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Maluco Beleza!


                           

Raul Seixas nasceu em Salvador em 1945, portanto é da mesma geração que definiu a tropicália: Betânia, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa entre tantos outros. Mas Raul, ao contrário destes, teve em sua infância um maior contato e assimilação do rock and roll já que era vizinho e amigo de filhos de famílias americanas que trabalhavam para o consulado americano na Bahia.


Foi por isso que se tornou-se fã ardoroso de Elvis Presley, fundando aos 14 anos um fã-clube brasileiro do cantor.
Engana-se porém quem pensa que Raul renegou a cultura brasileira adotando o rock and roll; ele odiava a bossa nova, mas, como todos sabemos, acrescentou ao seu rock elementos de música nordestina como o baião, xaxado, música brega.



Repetiu várias vezes a segunda série ginasial- apesar de muito inteligente e leitor voraz, rapidamente se cansou da escola decidindo pela profissionalização como músico.

Em 1962 em meio ao movimento bossa nova que explodia no Brasil, Raul montou sua primeira banda, Os Relâmpagos do Rock, que mais tarde mudou seu nome para The Panthers e finalmente Raulzito e os Panteras. Pela formação do grupo passaram entre outros além de Raul (vocal e guitarra), Thildo Gama, Pedrinho (guitarra), Mariano Lanat (baixo), Carleba (bateria). Logo abandonou a faculdade de direito.

Já como Raulzito e os Panteras gravaram um compacto que foi distribuído para rádios com duas músicas (sendo uma versão de Elvis Presley). Apresentavam-se em clubes e algumas vezes em rádio e TV.



Assim começaram a ficar famosos como expressão local do movimento Jovem Guarda da época -liderado por Roberto Carlos, Jerry Adriani, Erasmo Carlos, Wanderléa, etc, por sua vez versões brasileiras de sucessos dos Beatles-.

Com o apoio de Jerry Adriani o grupo saiu em turnê pelo Brasil com os Panteras -abrindo os shows do primeiro- e em 1968 gravou o seu primeiro LP que não alcançou nenhuma repercussão a nível nacional. Por isso Raul voltou para Salvador possivelmente pretendendo abandonar a música. Raul saiu da Bahia novamente para tentar carreira de produtor na CBS onde produziu e compôs para Jerry Adriani, Renato e Seus Blue Caps, Trio Ternura, Sérgio Sampaio, entre outros astros da época.


Perdeu este emprego por produzir e gastar dinheiro sem conhecimento dos seus superiores na prensagem de seu segundo LP, Sociedade da Grã Ordem Kavernista Apresenta Sessão das Dez.



Ouça no link abaixo a canção que Raul fez pro Jerry: Doce doce amor!

http://www.youtube.com/watch?v=_Q3i6LmHpqc&feature=player_detailpage

Em 1972 alcançou a tão desejada repercussão nacional classificando duas músicas no Festival Internacional da Canção, evento de grande repercussão montado anualmente pela Rede Globo, um concurso de músicas.
Raul participou com Let Me Sing Let Me Sing (que chegou às finais) e Eu Sou Eu Nicuri é o Diabo.
A boa aceitação lhe valeu seu primeiro contrato com uma gravadora, a Philips Phonogram onde lançou um compacto de Let Me Sing Let Me Sing e o LP coletânea de covers 24 Maiores Sucessos da Era do Rock que nem tinha o nome de Raul.

O segundo compacto, Ouro de Tolo, foi o seu primeiro grande sucesso, uma música com letra quase autobiográfica, mas também um deboche com a ditadura e o milagre econômico.



Em 1973 saiu o LP Krig-Ha Bandolo! que se tornou uma grande referência da obra de Raul e que apresentava as primeiras parcerias de Raul com o companheiro de estudos esotéricos Paulo Coelho.

Raul Seixas finalmente alcançou grande repercussão nacional como uma grande promessa de um novo compositor e cantor. Porém logo a imprensa e os fãs da época foram aos poucos percebendo que Raul não era apenas um cantor e compositor.



No ano de 1974, por divulgar a Sociedade Alternativa, com Paulo Coelho nas suas apresentações, acabou sendo preso e torturado pelo DOPS, exilando-se nos Estados Unidos. Foi ali no exílio que Raul veio a conhecer alguns de seus ídolos como Elvis Presley, John Lennon e Jerry Lee Lewis.


Voltou ao Brasil em 1974 em meio ao sucesso do segundo LP, Gita, possivelmente o seu lançamento de maior vendagem e repercussão, ganhando discos de ouro e participando da trilha sonoras da novela O Rebu.

A Philips chegou mesmo a relançar 24 Maiores Sucessos da Era do Rock com um novo nome, 20 Anos de Rock e dessa vez tinha o nome de Raul em destaque. Seguiram-se então LPs de grande repercussão, Novo AeonHá 10 Mil Anos Atrás (último em parceria com Paulo Coelho), Raul Rock SeixasO Dia Em Que a Terra Parou.

A partir do final da década de 70 Raul Seixas começou a apresentar problemas de saúde em virtude do consumo exagerado de bebidas alcoólicas. Não parou porém de lançar discos e projetos, Mata VirgemPor Quem os Sinos DobramAbre-te Sésamo. Passou a sofrer de hepatite crônica em virtude da bebida e cancelou diversos contratos e shows.


Após a queda de vendagens nos últimos discos e um longo boicote de gravadoras, estourou novamente em 1983 com a música Carimbador Maluco, lançada em um single encartado junto com o LP Raul Seixas, mais tarde acrescida como faixa deste mesmo LP, mais famosa por ter sido usada no especial infantil Plunct Plact Zumm da Rede Globo.


Seguiram-se os discos Metrô Linha 743Uah Bap Lu Bap La Bein Bum (com aquele que foi seu último grande hit, Cowboy Fora da Lei) e A Pedra do Gênesis.

Em Uah Bap Lu Bap La Bein Bum e A Pedra do Gênesis foram usadas faixas que deveriam ser parte de um projeto maior nunca lançado chamado Opus 666, elaborado a partir de 1982, após o fracasso de um outro projeto, Nuit.
O projeto Opus 666 consistia de discos lançados em inglês e distribuídos fora do circuito padrão das gravadoras. A capa projetada para o Opus 666 terminou sendo usada em A Pedra do Gênesis.
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Em 1988 Raul passou a compor, gravar e excursionar com o também baiano Marcelo Nova, vocalista da banda Camisa de Vênus.
O abortado Nuit teve música homônima lançada no LP A Panela do Diabo, sendo esta praticamente a única música que veio a público de todo o projeto original de Raul -que data de 1981, em parceria com Kika Seixas-. Alguns rumores davam conta de outro projeto, Persona, que também não deu certo.


Abaixo um depoimento do próprio Raulzito, mais conhecido como o seu próprio inventário:

Nasci em 45, no final da guerra , portanto minha juventude foi uma juventude pós-guerra necessariamente. Comecei a usar cabelo James Dean, blusão de couro e a beber cuba-libre, o que espantava meus pais burgueses de classe média: 'Um menino que teve tudo , nasceu em berço de ouro, mimado , por que age assim?' , meus pais se indagavam.
Minha mãe queria que eu fosse presidente da República. Meu pai era chefe de Telecomunicações da Viação Férrea Federal da Bahia. Além disso ele sempre foi um sombra em minha vida. Na realidade, hoje é que ele está sentindo necessidade de se chegar; eu e meu único irmão o estamos acatando.

Casei quatro vezes e morei um ano e meio com a carioca Tânia, com a qual não tive filhos. Foi minha terçeira mulher.

Anos 50: nossa familia com meu pai saímos viajando por todo o interior da Bahia inspecionando estações de trem. Ouvia muito Luiz Gonzaga e os repentistas da estrada de ferro. Meu irmão e eu  tomávamos cachaça escondido junto com os matutos do norte.

Na cidade em Salvador papai ouvia o Repórter Esso, mamãe colecionava a revista O Cruzeiro, e ficou muito deprimida quando Marta Rocha perdeu por duas polegadas a mais!!! Eu metido em brigas de turma nos bairros: lambreta e conduíte.

Naquela época a Bahia estava infestada de americanos que trabalhavam para a Petrobrás. Em 54 surge nos Estados Unidos Elvis e o Rock'n'Roll caipira, além do blues dos negros do sul. Os filhos dos gringos me apresentavam esse novo fenômeno através de discos e revistas. Quando a gente se encontrava na rua o papo era: 'E aí , tudo bem, tem disco novo?' Aprendi blues e rock antes destas músicas terem chegado ao Brasil. Além disso aprendi inglês fluentemente.

Troquei minha lambreta por dois velhos pares de violão e um contrabaixo de pau. Baixo acústico.

Perdi a segunda séria do ginásio por cinco anos para comparecer aos programas de rádio e ao Elvis Rock Club, onde se bebia e dublava os artistas americanos; eu era o único que cantava e tocava ao vivo."


Em 21 de Agosto de 1989, apenas dois dias após o lançamento de A Panela do Diabo, Raul Seixas morreu, aos 44 anos.
Seu corpo foi encontrado às oito horas da manhã, pela sua empregada, Dalva. Foi vítima de uma parada cardíaca: seu alcoolismo, agravado pelo fato de ser diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior, causaram-lhe uma pancreatite aguda fulminante.

O LP A Panela do Diabo vendeu 150.000 cópias, rendendo a Raul um disco de ouro póstumo, entregue à sua família e também a Marcelo Nova, tornando-se assim um dos discos de maior sucesso do eterno Maluco Beleza.
O Blog "Refrão na Rede" envia um forte abraço ao grande Sylvio Passos, presidente do Fã Clube Oficial Raul Rock Club, fundado neste dia no ano de 1981!!!




Curiosamente após a sua morte teve o seu talento mais reconhecido do que nunca, arregimentando a cada dia mais fãs e seguidores, sendo lançados postumamente registros inéditos e coletâneas, todos sucessos de vendas.


                        

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Rei do Reggae!


                                                 




                                                 Bob Marley marcou toda uma geração e até hoje continua sendo forte influência com suas músicas, suas frases, sua história de vida.

Robert Nesta Marley, nasceu na Jamaica no dia 06 de Fevereiro em 1945, era um cantor, compositor e guitarrista e foi o maior responsável em fazer com que o reggae se tornasse reconhecido no mundo inteiro.

Como tantos outros artistas, teve uma história marcada por uma vida muito difícil, precisou superar obstáculos ainda bem cedo e na juventude de Marley, nas favelas de Kingston, ele retirou boa parte das histórias que iriam fazer parte de suas músicas.

Seu primeiro grande sucesso foi sem dúvida alguma “No Woman No Cry”, que fez com o reggae ganhasse a tão sonhada fama internacional.

Depois vieram os sucessos em I Shot the Sheriff e Get Up, Stand Up.

Até quem não gosta de Bob Marley com certeza conhece uma ou algumas de suas músicas.
Uma outra marca registrada de Bob Marley era sua paixão pela religião rastafári, influência essa que veio de sua esposa Rita e que posteriormente, se difundiu pelo mundo sempre com a marca registrada de suas madeixas e seu estilo de vida rasta.






Mais tarde esta influência seria fator decisivo na vida do cantor.

Bob Marley fazia parte do grupo The Wailers e sua esposa Rita Marley do grupo I threes que passaram a cantar com os Wailers. Ela foi a mãe de 4, dos 12 filhos de Bob Marley e muitos deles seguiram a carreira musical, inclusive Ziggy e Stephen Marley que fazem parte do Melody Makers.




Bob Marley deixou a Jamaica em 1976 e foi morar na Inglaterra, onde foi preso por portar um cigarro de maconha.

Gravou vários álbuns e dedicou sua vida como artista para falar sobre os problemas sociais, fazendo suas próprias críticas em cada letra que escrevia.                                                




Assim, as músicas de Bob Marley foram conquistando mais a juventude da época que se inspiravam em suas canções e reconheciam nelas palavras de força, apoio e principalmente letras que contavam a realidade vivida não só por Marley mas também por eles.

Suas canções conseguiram ultrapassar gerações e mesmo depois de sua morte em 1981, em Miami, quando foi vítima de um câncer de pele que se espalhou para outros órgãos, sua música continuou sendo espalhada por seus fãs ao mundo inteiro. 





                             

DISCOGRAFIA:


Bob Marley – Greatest Hits

Bob Marley – Live at the Roxy (2003)

Bob Marley – One Love (2001)

Bob Marley – Talkin’ Blues (1991)

Bob Marley – Legend (1984)

Bob Marley – Confrontation (1983)

Bob Marley – Uprising (1980)

Bob Marley – Survival (1979)

Bob Marley – Babylon by Bus (1978)

Bob Marley – Kaya (1978)

Bob Marley – Exodus (1977)

Bob Marley – Rastaman Vibration (1976)

Bob Marley – Live! (1975)

Bob Marley – Rasta Revolution (1974)

Bob Marley – Burnin’ (1973)

Bob Marley – Catch a Fire (1973)

Bob Marley – The Best of The Wailers (1971)

Bob Marley – Soul Revolution (1971)

Bob Marley – Soul Rebels (1970)

Bob Marley – The Wailing Wailers (1965)


"As Vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!

Bob Marley 



                      

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Equipe Futebol Arte 102 FM!


   
                                             


Estreia neste domingo (03/02), a equipe esportiva FUTEBOL ARTE na 102 FM - A Rádio Rock do Litoral.

Narração: Ivo Morganti; Comentários: Serginho Chulapa; Reportagens: Altieris Junior; Plantão: Adriano Barbiero.

Trabalhos técnicos: Josimar Ramos; Produtor Executivo: Izildo Ramalho.
Na técnica Externa: AVSC comando de Rubens Santos.

www.aradiorock.com