I Love It Loud

terça-feira, 30 de abril de 2013

Dorival Caymmi!


                      


Dorival Caymmi nascia neste dia no ano de 1914 na cidade de Salvador, foi cantor, compositor, violonista, ator, e pintor.

Filho do funcionário público, descendente de italiano, Durval Henrique Caymmi e de Aurelina Soares Caymmi, descendente de portugueses e africanos. 
Seu pai tocava piano, violão e bandolim. Desde menino cantava no coro da igreja.

Interrompeu seus estudos no primeiro ano ginasial, para trabalhar como auxiliar de escritório e, depois, caixeiro-viajante. 
Na época aprendeu a tocar violão sozinho, desenvolvendo um estilo pessoal, e também a composição de  suas primeiras canções, como No Sertão (1930).


Começou a cantar no rádio vez ou outra e, em 1935, estreou o programa Caymmi e Suas Canções Praieiras na Rádio Clube da Bahia.

Em 1938, tentou a sorte no Rio de Janeiro, e conseguiu apresentar-se na Rádio Transmissora cantando o samba "O Que É Que a Baiana Tem?", mais tarde incluído no filme Banana da Terra (1938), com Carmen Miranda, e que alcançou grande sucesso nacional. 

Em 1939 passou a atuar na prestigiosa Rádio Nacional no Rio de Janeiro, onde conheceu a caloura Stella Maris, com quem se casou.

 Emplacou nos anos 40 e 50 sucessos como "Samba da Minha Terra" (1940), "Rosa Morena" (1942), "Marina" (1947), "Não Tem Solução" (1952), "João Valentão" (1953), "Maracangalha" (1956).

No fim da década, ressurgiu em nova roupagem, regravado por João Gilberto. Nos anos 70, condecorado pelo governo baiano, apresentou "Oração para Mãe Menininha" (1972) e "Modinha para Gabriela", da trilha sonora da novela Gabriela.

Com problemas cardíacos, apresentou-se esporadicamente em shows ao lado dos filhos Dori, Nana e Danilo, também músicos de sucesso.

 Em 60 anos de carreira, Dorival Caymmi gravou cerca de 20 discos, mas o número de versões de suas músicas feitas por outros intérpretes é praticamente incalculável. 
Sua obra, considerada pequena em quantidade, compensa essa falsa impressão com inigualável número de obras-primas. 
A editora Lumiar lançou em 1994 o songbook com suas obras, acompanhado por três CDs.

Dorival Caymmi faleceu de falência múltipla dos órgãos, no Rio de Janeiro, no dia 16 de agosto de 2008.






                                     

                                          

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Quem é Rei nunca perde a Majestade!!!




Roberto Carlos Braga nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo, em 19 de abril de 1941.

É filho do relojoeiro Robertino e da costureira Laura.
Na infância, seu apelido era Zunguinha. 

Ele estreou na rádio ZYL-9 aos 9 anos, cantando o bolero Amor y Más Amor.
Aos 9 anos, ele se apresentou numa rádio local imitando o cantor Bob Nelson, que cantava música country. Ele foi o primeiro ídolo de Roberto.

 Em 1959, numa boate no Rio de Janeiro, imitava João Gilberto.

O primeiro compacto lançado pelo Rei saiu pela gravadora Polydor, em 1959.

Todos os demais saíram pela Columbia, futura CBS, que, em 1988, mudou de nome mais uma vez para Sony Music.


O disco Louco Por Você, de 1961, é o mais cobiçado do mercado brasileiro. Foram feitas apenas 500 cópias e nunca mais foi relançado.

Entre os colecionadores, é cotado em até 3 mil reais. Ao contrário de quase todos os seus outros LPs, não há foto de Roberto na capa.



No primeiro filme que estrelou, Roberto Carlos em Ritmo de Aventura, de 1968, ele foge de bandidos que querem raptá-lo. Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa, de 1969, mostra as aventuras do Rei, de Wanderlea e de Erasmo Carlos na Ásia e na África, à procura de um diamante perdido.

No último sucesso, Roberto Carlos a 300 km/h, de 1971, ele vive um mecânico com dois sonhos: ser piloto de corridas e conquistar a namorada do patrão.


Em 1968, Roberto foi o grande vencedor do 23º Festival de San Remo, com a música Canzone per te , de Sergio Endrigo.

Com o show "Emoções", em 1983, que reuniu 600 mil pessoas em várias cidades do país, ele comemorou a venda de 25 milhões de discos em 22 anos de carreira.

Um dos mais controversos CDs do Rei foi gravado durante o programa Acústico MTV, em maio de 2001. Seu lançamento acabou sendo adiado quatro vezes.

Quando saiu, apresentou vendagem na casa de 1,8 milhão de cópias. A Globo tem contrato de exclusividade sobre as imagens de Roberto Carlos e não permitiu que o show fosse exibido na MTV.

O tradicional especial de natal, promovido todos os anos pela Rede Globo, teve algumas surpresas em 2006.

 Primeiro, Roberto Carlos cantou o sucesso funk "Se Ela Dança, Eu Danço", em dueto com MC Leozinho. 

Depois o Rei cantou a música "Negro Gato", canção que não era cantada desde que Roberto decidiu abolir de sua vida tudo relacionado ao mal. 

Depois do show, o Rei afirmou que essa mudança foi uma grande consquista, alcançada com a ajuda de terapia.

No dia 19 de dezembro de 2006, o escritor Paulo César de Araújo lançou uma biografia não autorizada de Roberto Carlos. 

O Rei tentou proibir o lançamento de "Roberto Carlos em Detalhes", da Editora Planeta. 

Segundo amigos do cantor, ele se chateou com os trechos que falavam sobre seus relacionamentos amorosos e com o relato do acidente que lhe fez perder parte da perna. O caso foi parar na Justiça.


 Em 27 de abril de 2007, depois de 22 mil exemplares vendidos, a Planeta foi obrigada a tirar o produto do mercado, pois os advogados de Roberto Carlos ameaçaram entrar com uma ação criminal.

 A editora teve que entregar 10.700 exemplares que estavam em seu depósito para Roberto Carlos. 

O autor, Paulo César de Araújo, declarou: "Só quis contar a bela história do Roberto Carlos e ressaltar a importância dele.

 Foi um trabalho de pesquisa de 15 anos e até abriria mão dos direitos para preservar a venda do livro".

397. Este é o número de músicas que o Rei gravou só em português, em 57 discos. Também fazem parte de seu repertório 244 canções em espanhol, 61 em italiano, 4 em francês e 12 em inglês.

O cantor vendeu cerca de 84 milhões de discos no mundo ao longo da carreira. Em 1994, tornou-se o primeiro artista latino-americano a vender mais discos que os Beatles.

Lady Laura, mãe do cantor, morreu em 17 de abril de 2010, vítima de insuficiência respiratória.

Roberto Carlos estava se apresentando em um show em Nova York no momento em que a mãe faleceu. 

No palco, interpretou a música "Lady Laura", ainda sem saber do que havia acontecido. No Brasil, a imprensa já havia anunciado a morte antes mesmo de o cantor receber a notícia.


Na foto Roberto e sua mãe Lady Laura.
Pra encerrar nossa homenagem, ouça no Link abaixo a canção Lady Laura.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=drgIZTDATqU